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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Vinho Sobre Tela

Não percam! De 01 de Julho a 01 de Agosto.

Inicia-se mais um projeto de OstrasVinho&Cia, na pessoa desta que vos escreve. 
Em parceria com a Vino Art.

Vino Art - Rua do Catete - Galeria 228 sobreloja
https://www.facebook.com/vinoartvinhos/

Obras de Nico Leite em VinoArt 
Artista Plástico de São Paulo

Especial momento 
De 01 de Julho à 01 de Agosto de 2017.

Elaine Mello

sábado, 11 de março de 2017

Quanto tempo pode durar uma garrafa de vinho aberta?

Quanto tempo pode durar uma garrafa de vinho aberta?

Espumantes, brancos, rosés, tintos leves ou de grande corpo, é muito importante saber a hora de quando eles já não dão mais para serem consumidos.
O que devemos levar em conta é o fator qualidade. Quanto melhor o vinho, mais tempo ele vai se manter em uma garrafa aberta.

Vinhos brancos e rosés: Geralmente, os vinhos que passam por madeira são feitos para durarem e não irão oxidar rapidamente. Já deixei meia garrafa de Chablis Première Cru na geladeira durante uma semana e claro que perdeu um pouco de suas características, porém ainda estava com frescor e notas amendoadas. Um chardonnay de qualidade inferior durou de dois a três dias com perda significativa de aroma e qualidade.

Da mesma forma, o vinho tinto durará  confortavelmente por três a quatro dias. Quanto mais robusto o vinho tinto, mais tanino e álcool ele tem para se proteger contra o oxigênio. Assim, quanto mais denso o vinho tinto, melhor ele se apresentará. Por exemplo, deixei na geladeira um Sangiovese italiano, simples,  porém durou  três dias. Já um chianti reserva com passagem por madeira durou de cinco a seis dias.

Vinhos espumantes:  são beneficiados pela  proteção do próprio dióxido de carbono, mas a garrafa aberta precisa de rolha adequada, feita propositalmente para segurar sua pressão. A garrafa fechada com esse tipo de vedação pode durar de três a quatro dias, porém toda vez que você abre, sua pressão e vida útil são  reduzidas.  Uma boa forma de saber se seu espumante ainda está vivo é a "perlage", que são pequenas bolhas formadas na taça quando servido.

Brunno Guedes Sommelier e Ceo da VinoArt vinhos, formado pela ABS RJ.




segunda-feira, 6 de março de 2017

Wine Tasting Porto & Douro 2017

É já na próxima semana que os Vinhos do Porto e do Douro estão de regresso às cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo para a organização de grandes degustações, abertas ao trade, press e consumidor!

Se você ainda não se inscreveu nestas grandes degustações, não perca mais tempo e faça já o seu cadastro para garantir a sua presença (até segunda-feira, 7 de março, para o Rio de Janeiro, e até terça-feira, 8 de março, para São Paulo).

Consulte as datas e horários no convite abaixo.


 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Simples Nacional para vinícolas???

O que muda?

  • Projeto de Lei Complementar aprovado em 2016 mudou o limite de faturamento e criou as Empresas Simples de Crédito a fim de facilitar o acesso das pequenas e médias empresas ao crédito.

Antecipar para empreender

  • A abertura da empresa depende de trâmites de cada Junta Comercial ou cartório de registro civil das pessoas jurídicas. Empresas podem ganhar em competitividade com redução dos tributos.

Novos horizontes

  • Com a formalidade a empresa amplia seu acesso a novos mercados e ao crédito, elementos essenciais para seu crescimento.
Até a próxima!!!

VinoArt 
Rua do Catete 228 sobreloja 212

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Vinho Kosher e as tradições judaicas

vinoartvinhos.com

Vinho Kosher e as tradições judaicas

O vinho está presente na cultura das civilizações desde tempos imemoriais, já é sabido. A forma com que os povos se relacionam com essa bebida única também difere de muitas maneiras.
No judaísmo, ele assume um papel importante – e também muito curioso para os não judeus – porque deve seguir algumas leis. Somente sob essas condições ele poderá ser chamado de Vinho Kosher.

O que são produtos Kosher

Cashrut ou Kashrut são as leis judaicas para os alimentos. Nelas, a comida e bebida recebem o termo Kosher ou Kasher, que significa que estão aptas para serem consumidas pelos judeus. A própria palavra significa “apropriada”, “adequada”, “aceitável” e  “legítima”.
Para que um produto possa ser considerado Kosher, ele deve seguir os preceitos das leis judaicas e, normalmente, é identificado pelas iniciais OU (Orthodox Union), ou a letra U dentro de um círculo.
Somente os rabinos podem supervisionar, tocar e provar durante a produção de vinhos Kosher.

Exigências para que um vinho seja Kosher

Os vinhos Kosher são feitos das mesmas uvas que os demais, porém as exigências abrangem 3 pontos:
1 – Uvas e vinhedos:
A tradição judaica explica que o conceito de orlah significa algo como “não circuncidado, escondido, selado”, ou seja, são frutos de árvores jovens que não podem ser consumidos até os 3 anos de idade. Portanto, essa é a primeira regra na produção dos vinhos kosher: somente as uvas provenientes de vinhedos acima dessa idade podem ser usadas.
A cada 7 anos as vinhas devem ser preservadas e não pode haver colheita. A exceção é se a vinha for vendida para um novo proprietário e a contagem recomeça novamente.
2 – Ingredientes a serem utilizados:
São aceitos somente produtos Kosher, ou seja, fabricados sob a supervisão de um Mashgiach – nome dado ao judeu responsável pelo cumprimento da Kashrut. Isso vale, entre outros ingredientes do vinho, para taninos industriais, ácidos, bentonita e ovos (usados na clarificação).
Mesmo assim, muitos são expressamente proibidos, como o uso das leveduras selecionadas geneticamente. Apenas as nativas entram no processo.
3 – Processos da colheita, vinificação e engarrafamento;
A questão fundamental é que a partir do momento que as uvas são entregues para a vinificação, a manipulação de todos os ingredientes e ferramentas só podem ser feitas por judeus. Apenas eles podem tocar, experimentar e acima de tudo, comandar os processos. Mesmo depois de pronto para o engarrafamento não é permitido o contato de um não-judeu com o vinho. Após o término do engarrafamento, o vinho é selado e autenticado como um vinho Kosher e qualquer um poderá tocá-lo, porém somente será aberto e servido por um judeu.
Para flexibilizar essa restrição, existe o vinho Kosher Mevushal.

Vinho Kosher versus Kosher Mevushal

O judaísmo não aprova nenhum tipo de idolatria, portanto, os pagãos antigos que ofereciam vinhos aos deuses eram vistos como impuros. Para que um judeu não beba nenhum vinho “impuro” a solução são os vinhos Kosher Mevushal – o que significa fervido em hebraico. Eles passam por um processo de pasteurização, onde são rapidamente fervidos e depois resfriados. Assim, segundo as leis judaicas, o vinho pode ser servido pelos não judeus.

Conclusão

Meu blog, acima de qualquer outra intenção, tem o objetivo de trazer curiosidades e informações sobre o mundo do vinho. Procure o vinho BARKAN

"Cheiros e sons, uma experiência que você não vai sentir em qualquer outro lugar, incrível, divertido e emocionante assim, como se diz, "Toscana" é aqui" .
Apenas meia hora de Tel Aviv, a apenas meia hora de Jerusalém , Barkan, centro de visitantes no Kibbutz Hulda, convida você para experimentar a exposição sem precedentes para o mundo do vinho saturado com os sabores, aromas e cores.
Vinho 100% Cabernet Sauvignon 
Safra 2013
Aromas lembrando couro e pimenta
Boca volumosa e intensa; recomendo decantar.
Ideal para pratos como caça e queijos maduros.

VinoArt 
Rua do Catete 228 sobreloja 212
Tel: 021 3497-7782

Sommelier: Brunno Guedes  

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Espumante para o ano versatilidade em alta!!!


Das recepções aos jantares, o espumante tem seu lugar à mesa.

Sinônimo de celebração, tem o poder de animar qualquer festa e, ainda, encanta quem o aprecia. Suas bolhas subindo pelo líquido e exalando aromas agradáveis, conquista até mesmo quem não costuma beber. O espumante pode ser servido com entradas ou mesmo confrontados com pratos e sobremesas. 

Sempre que servir um espumante com algum tipo de prato tenha cuidado com o peso e tipo de molho que o acompanha, pois ele pode fazer de seu jantar uma grande ópera desafinada.

Os vinhos espumantes são os opostos dos considerados “tranquilos” - que não contêm gás. Eles possuem gás carbônico, gerado na segunda fermentação, que é responsável pelas bolhas que perduram na taça. Os espumantes podem ser feitos a partir dos mais diferentes tipos de uva, que pode ser tinta ou branca, ou mesmo a mistura de ambas. Uma das variedades tintas muito usada na elaboração é a Pinot Noir, que faz da bebida ainda mais delicada mas, ao mesmo tempo, marcante.
Sommelier: Brunno Guedes - VinoArt

Rua do Catete 228 Sobre loja 212
Tel: 34977782

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Qual a influência do tamanho das bolhas no sabor do Espumantes?


Segundo sua pesquisa, bolhas maiores, com 3,4 mm de diâmetro, aumentam dramaticamente a liberação de aerossóis no ar da taça. Isso significa que importantes compostos aromáticos e de sabor são lançados para os degustadores através do nariz.
 
“Esse resultado é surpreendente, pois mina a crença popular de que quanto menor as borbulhas, melhor o Champagne. Bolhas menores são as piores em termos de liberação de aromas”, afirmou o pesquisador. Cerca de 1 milhão de bolhas, em média, formam-se na taça e elas podem variar de 0,4 a 4 mm de diâmetro. No entanto, a viscosidade da bebida e da taça influenciam no seu tamanho.
 
“Dessa forma, mostramos que diminuir a viscosidade do Champagne pode melhorar a evaporação. Esses resultados pavimentam o caminho na direção de ajustar a difusão dos aromas da bebida”, completa o pesquisador.