quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Simples Nacional para vinícolas???

O que muda?

  • Projeto de Lei Complementar aprovado em 2016 mudou o limite de faturamento e criou as Empresas Simples de Crédito a fim de facilitar o acesso das pequenas e médias empresas ao crédito.

Antecipar para empreender

  • A abertura da empresa depende de trâmites de cada Junta Comercial ou cartório de registro civil das pessoas jurídicas. Empresas podem ganhar em competitividade com redução dos tributos.

Novos horizontes

  • Com a formalidade a empresa amplia seu acesso a novos mercados e ao crédito, elementos essenciais para seu crescimento.
Até a próxima!!!

VinoArt 
Rua do Catete 228 sobreloja 212

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Vinho Kosher e as tradições judaicas

vinoartvinhos.com

Vinho Kosher e as tradições judaicas

O vinho está presente na cultura das civilizações desde tempos imemoriais, já é sabido. A forma com que os povos se relacionam com essa bebida única também difere de muitas maneiras.
No judaísmo, ele assume um papel importante – e também muito curioso para os não judeus – porque deve seguir algumas leis. Somente sob essas condições ele poderá ser chamado de Vinho Kosher.

O que são produtos Kosher

Cashrut ou Kashrut são as leis judaicas para os alimentos. Nelas, a comida e bebida recebem o termo Kosher ou Kasher, que significa que estão aptas para serem consumidas pelos judeus. A própria palavra significa “apropriada”, “adequada”, “aceitável” e  “legítima”.
Para que um produto possa ser considerado Kosher, ele deve seguir os preceitos das leis judaicas e, normalmente, é identificado pelas iniciais OU (Orthodox Union), ou a letra U dentro de um círculo.
Somente os rabinos podem supervisionar, tocar e provar durante a produção de vinhos Kosher.

Exigências para que um vinho seja Kosher

Os vinhos Kosher são feitos das mesmas uvas que os demais, porém as exigências abrangem 3 pontos:
1 – Uvas e vinhedos:
A tradição judaica explica que o conceito de orlah significa algo como “não circuncidado, escondido, selado”, ou seja, são frutos de árvores jovens que não podem ser consumidos até os 3 anos de idade. Portanto, essa é a primeira regra na produção dos vinhos kosher: somente as uvas provenientes de vinhedos acima dessa idade podem ser usadas.
A cada 7 anos as vinhas devem ser preservadas e não pode haver colheita. A exceção é se a vinha for vendida para um novo proprietário e a contagem recomeça novamente.
2 – Ingredientes a serem utilizados:
São aceitos somente produtos Kosher, ou seja, fabricados sob a supervisão de um Mashgiach – nome dado ao judeu responsável pelo cumprimento da Kashrut. Isso vale, entre outros ingredientes do vinho, para taninos industriais, ácidos, bentonita e ovos (usados na clarificação).
Mesmo assim, muitos são expressamente proibidos, como o uso das leveduras selecionadas geneticamente. Apenas as nativas entram no processo.
3 – Processos da colheita, vinificação e engarrafamento;
A questão fundamental é que a partir do momento que as uvas são entregues para a vinificação, a manipulação de todos os ingredientes e ferramentas só podem ser feitas por judeus. Apenas eles podem tocar, experimentar e acima de tudo, comandar os processos. Mesmo depois de pronto para o engarrafamento não é permitido o contato de um não-judeu com o vinho. Após o término do engarrafamento, o vinho é selado e autenticado como um vinho Kosher e qualquer um poderá tocá-lo, porém somente será aberto e servido por um judeu.
Para flexibilizar essa restrição, existe o vinho Kosher Mevushal.

Vinho Kosher versus Kosher Mevushal

O judaísmo não aprova nenhum tipo de idolatria, portanto, os pagãos antigos que ofereciam vinhos aos deuses eram vistos como impuros. Para que um judeu não beba nenhum vinho “impuro” a solução são os vinhos Kosher Mevushal – o que significa fervido em hebraico. Eles passam por um processo de pasteurização, onde são rapidamente fervidos e depois resfriados. Assim, segundo as leis judaicas, o vinho pode ser servido pelos não judeus.

Conclusão

Meu blog, acima de qualquer outra intenção, tem o objetivo de trazer curiosidades e informações sobre o mundo do vinho. Procure o vinho BARKAN

"Cheiros e sons, uma experiência que você não vai sentir em qualquer outro lugar, incrível, divertido e emocionante assim, como se diz, "Toscana" é aqui" .
Apenas meia hora de Tel Aviv, a apenas meia hora de Jerusalém , Barkan, centro de visitantes no Kibbutz Hulda, convida você para experimentar a exposição sem precedentes para o mundo do vinho saturado com os sabores, aromas e cores.
Vinho 100% Cabernet Sauvignon 
Safra 2013
Aromas lembrando couro e pimenta
Boca volumosa e intensa; recomendo decantar.
Ideal para pratos como caça e queijos maduros.

VinoArt 
Rua do Catete 228 sobreloja 212
Tel: 021 3497-7782

Sommelier: Brunno Guedes  

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Espumante para o ano versatilidade em alta!!!


Das recepções aos jantares, o espumante tem seu lugar à mesa.

Sinônimo de celebração, tem o poder de animar qualquer festa e, ainda, encanta quem o aprecia. Suas bolhas subindo pelo líquido e exalando aromas agradáveis, conquista até mesmo quem não costuma beber. O espumante pode ser servido com entradas ou mesmo confrontados com pratos e sobremesas. 

Sempre que servir um espumante com algum tipo de prato tenha cuidado com o peso e tipo de molho que o acompanha, pois ele pode fazer de seu jantar uma grande ópera desafinada.

Os vinhos espumantes são os opostos dos considerados “tranquilos” - que não contêm gás. Eles possuem gás carbônico, gerado na segunda fermentação, que é responsável pelas bolhas que perduram na taça. Os espumantes podem ser feitos a partir dos mais diferentes tipos de uva, que pode ser tinta ou branca, ou mesmo a mistura de ambas. Uma das variedades tintas muito usada na elaboração é a Pinot Noir, que faz da bebida ainda mais delicada mas, ao mesmo tempo, marcante.
Sommelier: Brunno Guedes - VinoArt

Rua do Catete 228 Sobre loja 212
Tel: 34977782

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Qual a influência do tamanho das bolhas no sabor do Espumantes?


Segundo sua pesquisa, bolhas maiores, com 3,4 mm de diâmetro, aumentam dramaticamente a liberação de aerossóis no ar da taça. Isso significa que importantes compostos aromáticos e de sabor são lançados para os degustadores através do nariz.
 
“Esse resultado é surpreendente, pois mina a crença popular de que quanto menor as borbulhas, melhor o Champagne. Bolhas menores são as piores em termos de liberação de aromas”, afirmou o pesquisador. Cerca de 1 milhão de bolhas, em média, formam-se na taça e elas podem variar de 0,4 a 4 mm de diâmetro. No entanto, a viscosidade da bebida e da taça influenciam no seu tamanho.
 
“Dessa forma, mostramos que diminuir a viscosidade do Champagne pode melhorar a evaporação. Esses resultados pavimentam o caminho na direção de ajustar a difusão dos aromas da bebida”, completa o pesquisador.


segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

A importância do açúcar no vinho!


Como Sommelier, vejo diariamente a dúvida dos clientes e amigos "enófilos" em relação ao açúcar presente no rótulo do vinho: será que ele é demi-sec ou sec? Ou seja, o meio doce é mais pra doce ou mais pra seco?

Existe uma grande lacuna entre o gosto e a  experiência de quem o degusta. O paladar é mutável e a forma como o sentimos pode ser diferente nas diversas ocasiões em que ele é degustado. 

A doçura tem uma grande influência na escolha do vinho. Tamanha é a importância do açúcar na bebida, que é com base em sua concentração residual que a legislação brasileira os classifica.

Porém, há uma grande distância entre a classificação legal e a percepção do açúcar no paladar. Perceba que, legalmente, a diferença entre um vinho com pouco mais de 4g de açúcar por litro e outro com 25g é brutal, mas ambos estão dentro da mesma classificação.

Essa classificação recente data de 21/02/2014. Antes dela, até 5g de açúcar por litro classificava o vinho como “seco”. Assim, um grande número de vinhos antes classificados nesta categoria, passaram a compor a classificação “demi-sec ou meio-seco”. Ocorre que, para a maioria das pessoas, uma variação de 1 ou 2g de açúcar no vinho possivelmente será imperceptível.

Um fator que influencia profundamente a nossa percepção do gosto doce é a acidez do vinho. Quanto maior a acidez, menos perceptível é a doçura. Veja, por exemplo, os espumantes: um brut, que comumente equivale em boca ao paladar de doçura de um vinho seco, inicia sua classificação a partir de 8 indo até 15 g de açúcar por litro.

Isso se deve ao fato de que espumantes são muito mais ácidos que os vinhos não espumantes. Assim, um vinho não espumante que tenha uma acidez mais elevada, mesmo classificado como meio-seco, poderá parecer seco ao paladar. E, por isso, muitas vezes é possível que a classificação “demi-sec” não coincida com a interpretação de nosso paladar.


Portanto, vamos à classificação do vinho quanto ao açúcar:

Seco – até 4g de glicose por litro;
Demi-sec ou meio-seco – acima de 4 e até 25 g de glicose por litro;
Suave ou doce – de 25g a 80g de glicose por litro.

Já os espumantes são classificados da seguinte forma:

Nature – até 3g de glicose por litro;
Extra-brut – de 3 a 8g de glicose por litro;
Brut – de 8 a 15g de glicose por litro;
Seco – de 15 a 20g de glicose por litro;
Demi-sec – de 20 a 60g de glicose por litro;
Doce – acima de 60g de glicose por litro.
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O açúcar do vinho no paladar




Até a próxima!

Brunno Guedes - Sommelier da VinoArt

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Não tenha medo da acidez!

Muitos evitam usar o termo acidez ao descrever um vinho por receio de como será interpretado. Eu mesmo já usei e a pessoa preferiu não levar por ter como base vinho com acidez é vinho ruim. Sendo assim, entenda a presença e a função dos ácidos nos fermentados.
A acidez é talvez o elemento estrutural do vinho que mais sofre com más interpretações. Os termos acidez e ácido, quando descritos num vinho, costumam afastar consumidores neófitos e, como solução, muitos autores e sommeliers passaram a descrever a acidez como "frescor" e "refrescância", tentando atenuar o peso da palavra.

Os ácidos estão presentes de forma natural em todas as frutas. Responsáveis pelas sensações de refrescância e intensidade de sabor, os principais ácidos presentes nas diversas variedades de uvas são o ácido tartárico e o ácido málico (e seus sais derivados). Estes constituem mais de 90% da acidez total da uva. Também estão presentes, em pequenas proporções, outros ácidos orgânicos como o cítrico e o glucônico.

ACIDEZ NA DEGUSTAÇÃO
Agora, como podemos identificar a acidez quando degustamos um vinho? Percebemos a acidez de forma mais intensa nos cantos laterais da língua, quando sentimos uma leve irritação nesses pontos. Uma forma bastante simples é notar a quantidade de saliva produzida na boca após engolirmos o vinho.

Os principais ácidos presentes no vinho, o tartárico e o málico, não são voláteis, portanto não são passíveis de identificação aromática. Dentre os voláteis, os principais, que podem estar presentes em concentração superior ao limiar de percepção humana, são o acético (em alta concentração, aroma de vinagre) e o lático (aroma de leite e seus derivados)
Algumas vezes acontece que ao examinarmos a parte da rolha que fica em contato direto com o líquido, notamos a presença de cristais, o mesmo fenômeno observado no fundo das taças. Como devo interpretar este achado: descartar o vinho, rejeitá-lo e devolver para o estabelecimento onde adquirimos? Nada disso. Se não houver defeitos aparentes no vinho, a presença dos cristais não é sinal de deterioração, muito pelo contrário. Eles são conhecidos pelo termo de “diamantes do vinhoEsses “diamantes” são os cristais de ácido tartárico, formados pela precipitação de dois elementos presentes nas uvas tanto brancas quanto tintas: o ácido tartárico e o potássio.

Na presença de baixa temperatura, esses elementos reagem entre si, dando origem aos cristais de bitartarato de potássio, que precipitam no fundo das garrafas. Estes cristais são naturais, não prejudicam o vinho e, para muitos apreciadores de vinhos de qualidade, sua presença é bem vinda e interpretada como “diamantes”, uma indicação de que as uvas permaneceram por um tempo prolongado nas videiras antes de serem colhidas, desenvolvendo, portanto, mais personalidade e tipicidade.

Os europeus consideram a presença dos cristais de ácido tartárico como um sinal de qualidade. Já os produtores americanos e seus consumidores se sentem incomodados por sua presença.

Espero que tenham gostado amigos e clientes.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Você sabia??? A Columbia Vale AVA é a denominação "nave-mãe" do país do vinho Washington,

A Columbia Vale AVA: Esta é a denominação "nave-mãe" do país do vinho Washington, com oito dos onze denominações do estado escondido para as fronteiras amplas sobre o vale AVA Columbia. Esta enorme região de crescimento provavelmente irá conter mais AVAs no futuro como nuances das várias pistas e microclimas se tornam mais definidas. Não é nenhuma surpresa que o Vale do Columbia também acontece a ser o mais conhecido eo maior de áreas de cultivo de Washington em pouco menos de 11 milhões de acres.
O Vale Columbia começa na fronteira Oregon e se estende em uma forma triangular solta da fronteira Idaho, antes de se mudar para o norte para Lake Chelan. As uvas de celebridades do Vale do Columbia estão Merlot, Syrah e Cabernet Sauvignon para tintos e Riesling e Chardonnay para a fronteira setentrional do branco da denominação wines.The Columbia Valley é perto do deserto Okanogan, na fronteira com província de British Columbia do Canadá; sua fronteira sul se estende para Oregon e leste ao longo do rio Snake da fronteira Idaho. A fronteira ocidental da denominação segue a Faixa de Cascade e ao longo da fronteira leste da Columbia Gorge AVA.
Separada do chuvoso, clima marinho, a oeste das Montanhas Cascade, o Vale do Columbia está dentro da enorme sombra de chuva lançada por esta barreira terras norte / sul montanhoso, permitindo apenas entre seis e oito polegadas de precipitação anual para alcançar as terras mais áridas para o leste. sistemas de rio nas proximidades e canais trazer qualquer volume de água necessário para produzir grapes.The vinhos premium imensa Columbia Valley, casa para a maioria das adegas e vinhas Washington, compreende aproximadamente um terço da massa terrestre do Estado. Foi reconhecida pelo governo federal como um Viticultural Area americana em 1984.
As raízes da moderna indústria vinícola Washington pode ser rastreada até meados do século 20, quando um grupo de professores da Universidade de Washington virou seu funcionamento casa vinificação em um esforço comercial e fundada Associated Vintners (mais tarde renomeada Columbia Winery) e focado na produção de vinhos premium. As vinícolas Nawico e Pommerelle foram fundidas em uma nova adega, que acabaria por se tornar Chateau Set Michelle.